Diretor: Leonard Buczkowski
1966
O romance entre Maria Walewska e Napoleão Bonaparte inspirou cineastas diversas vezes – o exemplo mais famoso permanece sendo a produção hollywoodiana Senhora Walewska de 1937, com Greta Garbo e Charles Boyer, em um tom melodramático. Os criadores de Marysia e Napoleão, Andrzej Jarecki e Leonard Buczkowski, abordaram essa história com um olhar irônico, permitindo-se uma interpretação livre dos fatos e uma forma leve e cômica. A ação do filme é transportada para a Polônia na segunda metade do século XX. O cientista francês Napoleão Beranger, a caminho de uma conferência em Varsóvia, acidentalmente chega a Walewice, onde no palácio conhece a encantadora estudante Marysia, que se assemelha surpreendentemente à antiga senhora Walewska. Fascinado, ele começa a tecer fantasias nas quais ele mesmo se transforma em Napoleão Bonaparte e Marysia se torna sua amada. Essa brincadeira com a história e a imaginação aproxima gradualmente os dois protagonistas contemporâneos, criando uma variação leve e irônica sobre o famoso romance.